Zonas e conduítes
Cada área crítica recebe fronteiras lógicas, regras de comunicação e critérios de acesso alinhados ao risco operacional.
Solução · Redes & Cibersegurança OT
Projetamos e implementamos redes industriais robustas, segmentadas e seguras, alinhadas ao modelo CPwE (Converged Plantwide Ethernet) e ao framework de cibersegurança IEC 62443. Defense in depth do chão de fábrica até a integração corporativa.
Referência técnica pública
Referência visual pública para explicar zonas, IDMZ, integração OT/IT e defesa em profundidade em redes industriais.
Fonte: Cisco + Rockwell Automation - CPwE Design and Implementation Guides
Arquitetura em camadas
Cada camada tem regras claras de quem fala com quem. Sem rede flat, sem caminho direto entre chão de fábrica e internet.
PLCs, IEDs IEC 61850, dispositivos EtherNet/IP. Comunicação determinística com latência controlada.
SCADA, servidores HMI, estações de operação. Segregada do controle por VLANs industriais.
Historian, AF Templates, dashboards. Saída estruturada para sistemas corporativos via DMZ.
Firewalls industriais, controle de acesso, monitoramento de eventos OT, segmentação Purdue.
Arquitetura de referência Integra
Diagrama autoral da Integra: como o modelo Purdue, a IDMZ e as Cell/Area Zones se organizam em uma planta real. Cada conduíte entre camadas tem firewall e regras explícitas por porta e protocolo.
Referência técnica pública
Print público do guia ENET-TD013A-EN-P: nenhum tráfego IACS atravessa direto. A IDMZ replica serviços, registra, inspeciona e desconecta, é o controle estrutural exigido pelo CPwE para atender os requisitos de zonas e conduítes da IEC 62443.
Fonte: Cisco + Rockwell Automation · Securely Traversing IACS Data across the IDMZ (ENET-TD013A-EN-P)
IDMZ · zona-pivô do CPwE
A IDMZ é o ponto onde a segurança de processo deixa de ser teoria. Servidores replicados, gateways de transferência, RD Gateway, historian em PI-to-PI e WSUS vivem na IDMZ, nunca direto na camada de controle. É essa fronteira que permite manter a planta conectada à TI corporativa sem expor o IACS.
Como atuamos
Cibersegurança OT não é firewall na borda. É segmentação correta, endurecimento de configuração, gestão de identidades, auditoria de mudanças e plano de resposta. Aplicamos os controles da IEC 62443 com base no nível de segurança (SL-T) definido por zona.
Cada área crítica recebe fronteiras lógicas, regras de comunicação e critérios de acesso alinhados ao risco operacional.
A integração com TI, nuvem, historian corporativo e acesso remoto passa por uma zona intermediária, nunca por caminho direto.
DLR, PRP, redundância de uplinks e desenho de anel entram quando o custo de indisponibilidade justifica a complexidade.
Referência técnica pública
Referência visual pública para contextualizar topologias de alta disponibilidade, DLR e integração de controladores em redes industriais.
Fonte: Rockwell Automation - ControlLogix High Availability Reference Architectures
A proposta técnica da Integra inclui EtherNet/IP, OPC UA, Modbus TCP/RTU, IEC 61850, Foundation Fieldbus, Profibus PA e HART quando o processo exige. O desenho define onde cada protocolo entra, quais dados cruza, qual zona protege e como a manutenção diagnostica falhas sem depender de tentativa e erro.
Ver tecnologias de redes e OT ISA/IEC 62443 Cibersegurança OT (zonas e SL) NIST SP 800-82 Guia de segurança ICS/OT CPwE Arquitetura Rockwell + Cisco + Panduit IEC 61850 Comunicação em subestações DLR / PRP Redes de alta disponibilidade OPC UA Comunicação segura entre sistemas Começamos com diagnóstico documentado: o que existe hoje, qual o risco operacional, qual o gap até IEC 62443 SL-T desejado. Sem alarmismo, sem checklist de produto.